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“Queremos um Novo Ano em que o Estado não falhe aos cidadãos”
Maria Luís Albuquerque frisou que o “PSD não assumirá o ónus das escolhas que não são as suas. Seremos sempre responsáveis, nunca seremos cúmplices”.
“Queremos um Novo Ano em que o Estado não falhe aos cidadãos na proteção do valor supremo da vida humana, um ano em que os alunos tenham comida em condições nas cantinas das escolas e em que o aquecimento possa ser ligado, um ano em que os doentes não tenham de esperar horas sem fim nas urgências porque o Governo recusou a contratação de médicos e enfermeiros em número suficiente, um ano em que os impostos que pagamos sirvam de facto para que o Estado nos preste serviços de qualidade e assegure a solidariedade a quem precisa. Mas olhando para o ano de 2018, agora que começa, queremos que ele seja usado também para preparar todos os anos que se seguirão”. Foram estas as palavras iniciais de Maria Luís Albuquerque na primeira declaração política do PSD de 2018.
De seguida, a deputada do PSD sublinhou a importância do país não viver eternamente embalado pela conjuntura, que hoje é positiva, mas que não será sempre assim. “Sabemos que os fatores que têm assegurado as melhorias económicas não durarão para sempre: os efeitos das reformas estruturais levadas a cabo na anterior legislatura esgotar-se-ão se estas não forem aprofundadas. O apoio do BCE, que assegura que o custo da nossa dívida se mantém comportável e que tem estimulado o crescimento económico nos países nossos parceiros comerciais, aproxima-se do fim. O turismo continuará a ser um setor em fortalecimento, mas não queremos ser um país só de hotéis e restaurantes e de novos empregos com salário mínimo.
Precisamos de apostar no investimento privado, nos setores transacionáveis, na atração de recursos humanos qualificados, sejam eles portugueses ou estrangeiros.”
Salientando que o PSD não acredita que maioria que suporta o governo do país esteja a fazer o que é preciso, a deputada recorreu ao exemplo da Autoeuropa para ilustrar a sua argumentação. Recorda a parlamentar que a decisão da Volkswagen de produzir em Portugal o seu novo modelo foi o resultado de um intenso esforço de negociação do anterior governo e um sucesso da nossa diplomacia, mas como argumento determinante foi sempre realçado o clima de paz social e a correspondente elevada produtividade e qualidade dos trabalhadores. “Mesmo que ainda se alcance um acordo, e desejamos sinceramente que assim seja, e rapidamente, a alteração de paradigma a que temos assistido não deixará de ser lembrada quando houver novo modelo a produzir e outros países com fábricas da Volkswagen voltarem a concorrer com Portugal. Esperemos não receber a amarga notícia de que fomos preteridos, mas se tal acontecer não deixaremos de lembrar a quem cabe a responsabilidade: à ação de uns e à cumplicidade de outros, todos desta maioria das esquerdas que reclama para si os méritos do que corre bem e empurra para outros a responsabilidade do que corre mal”.
“Portugal enfrenta desafios imensos. A evolução demográfica é quase trágica, mas acaba-se com o quociente familiar que dava algum incentivo às famílias com filhos. A consolidação das contas públicas é frágil, mas as decisões desta maioria aumentam despesa permanente e rígida para o futuro – como o aumento do número de funcionários públicos e de dirigentes, financiando-a cada vez mais com impostos difusos e cuja receita cairá com a próxima crise. O investimento privado é fundamental para a criação de riqueza e emprego no futuro, mas aumenta-se o IRC para as empresas maiores, deixando bem clara a mensagem de que quem nos governa não gosta de quem cria riqueza e de quem se atreve a ter ambição e crescer. Enquanto a próxima crise não nos bater à porta, este comportamento de cigarra vai passando. E quando mais uma vez for preciso tomar decisões difíceis, impopulares, caberá a esta maioria explicar aos portugueses porque desperdiçou todas as oportunidades para nos preparar para o futuro”.
A terminar, Maria Luís Albuquerque enfatizou que “Portugal exige um governo e uma maioria que assumam as suas responsabilidades por inteiro. O PSD sempre foi e sempre será um partido responsável, mas não assumirá o ónus das escolhas que não são suas, ou das consequências para as quais alertou. Seremos sempre responsáveis, nunca seremos cúmplices”.

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