Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata
Facebook Twitter YouTube Sapo Vídeos Flickr
Home Agenda Actualidade Deputados Direcção Galeria Contactos RSS
Plenário/Audiências/Comunicação Social/Comissões
Notícias/Plenário/Comissões
Por nome/Por comissão/Por círculo
Presidente/Direcção
Vídeos/Fotografias
 
Comissão de Inquérito à CGD: Assembleia da República foi impedida de fiscalizar as decisões do Governo
Segundo Costa Neves o Ministro das Finanças, a Administração da Caixa, os Grupos Parlamentares do PS, do Bloco e do PCP, tudo fizeram para boicotar o acesso a informação essencial.
“Este é um mau momento para a Assembleia da República, impedida que foi de exercer o direito, sobretudo o dever, de fiscalizar decisões do Governo e de sucessivas administrações do Banco Público. No dia propício a todas as respostas, constata-se a opacidade, consuma-se o desrespeito pelas mais elementares prerrogativas da oposição. Debate-se um Relatório vazio. O Ministro das Finanças, a Administração da Caixa, os Grupos Parlamentares do PS, do Bloco e do PCP, tudo fizeram para boicotar o acesso a informação essencial. Um boicote sistemático, sem disfarce nem pudor”. Estas foram as palavras iniciais de Costa Neves no debate do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito à Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à Gestão do Banco.
No entender do deputado do PSD, “hoje o Parlamento devia conhecer o que justificou a volumosa recapitalização de 5.000 milhões de euros, dinheiro dos portugueses, bem como se tal volume decorreu de compromissos prévios com a Administração de António Domingos. Hoje o Parlamento devia saber se tal necessidade de capital se deveu ou não a atos de gestão politicamente induzidos ou fraudulentos. Ao longo de um ano, tudo foi valendo para disfarçar compromissos, ocultar factos, evitar o apuramento de responsabilidades, tal era o medo, de quem governa, do que se pudesse apurar”.
De acordo com o social-democrata, para impedir o acesso a informação essencial, os Partidos que apoiam o Governo foram ao ponto de precipitar o fim da Comissão de Inquérito, ainda que estivessem em trânsito decisões judiciais, suscitadas pela própria Comissão e que lhe eram favoráveis, anulando o papel dos Tribunais e do Parlamento, pondo mesmo em causa a eficácia desta e de futuras Comissões Parlamentares de Inquérito.
A terminar, Costa Neves afirmou que para prevenir que tal se repita, importa que, em linha com as recomendações de todas as anteriores Comissões de Inquérito, nos empenhemos todos na revisão do Regime Jurídico do Inquérito Parlamentar.

03-10-2017 Partilhar Recomendar
Galeria Vídeos
Galeria Fotos
Intranet GPPSD
Dossiers Temáticos
Canal Parlamento
Agenda
Newsletter
Submeta a sua Notícia
Links
Partido Social Democrata
Instituto Francisco Sá Carneiro
Grupo Europeu PSD
Juventude Social Democrata
Trabalhadores Social Democratas