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O Governo do PS trouxe a austeridade. Este Governo trouxe o crescimento
Luís Montenegro enfatizou que em 4 anos o país vai crescer mais do que aquilo que cresceu em 12 de governação socialista.

No entender de Luís Montenegro o Programa de Estabilidade e Crescimento e Plano Nacional de Reformas encerram um novo compromisso de Portugal com os seus parceiros europeus e um princípio novo: já não são programas de ajustamento ou emergência, são programas de recuperação e crescimento. “Estes documentos configuram uma espécie de memorando que este Governo e maioria deixam para a legislatura seguinte. E que diferença entre o memorando que fica do que recebemos da legislatura anterior. Por isso o PS apareceu neste debate tão atrapalhado e ziguezagueante, ora dizendo que é propaganda, ora dizendo que os programas trazem mais austeridade”.

No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, o Presidente do Grupo Parlamentar do PSD frisou que 2016 não será o princípio do fim da austeridade, pois ela já está a terminar, como comprova o Orçamento do Estado em vigor. “De facto, 2016 não será o princípio do fim da austeridade, mas é bom lembrar quando foi o princípio da austeridade. O fim já está em curso, mas o princípio remonta aos governos anteriores. Ao contrário do que aconteceu com os PEC’s, em que a cada um se juntava mais austeridade e mais esforço, este Programa é de recuperação e de remoção dos cortes e sacrifícios. É uma grande diferença e é a expressão de que o sacrifício a que os portugueses foram sujeitos valeu a pena. É que nos PEC’s do PS havia agravamento de impostos, neste Programa há desagravamento da carga fiscal. Nos PEC’s socialistas havia cortes de pensões e congelamento das pensões mínimas, coisa que não sucede agora. Nos PEC’s socialistas havia cortes dos salários da administração pública, esses cortes estão agora a ser removidos. Os vossos Programas criaram os cortes, este Programa remove os cortes. Isto são Programas de crescimento”.

No que respeita à comparação dos cenários macroeconómicos, o líder da “bancada laranja” lembrou que agora a economia está e vai continuar a crescer, com uma projeção de crescimento 8,4% do nosso PIB para os próximos 4 anos. “O país, em 4 anos, vai crescer mais do que aquilo que cresceu em 12 ou 13 de Governo do PS”, enfatizou.

Sublinhando que valeu a pena termos aproveitado este momento de emergência para transformar o país e para lhe dar mais sustentabilidade, Luís Montenegro questionou quais são os projetos alternativos do PS. “Que projeto é que o PS tem? O dos PEC’s? É o projeto da irresponsabilidade fiscal? É porque é fácil fazer PPP’s e lançar investimento público, é fácil assobiar para o lado quando se fala de sustentabilidade da segurança social. Mas é preciso explicar como é que tudo isso se paga e financia”. “Que resposta dará o Dr. António Costa aos desafios que estão ínsitos neste Programa”, questionou.

Numa nota final, Luís Montenegro associou-se à posição expressa pelo Primeiro-Ministro sobre a greve dos pilotos da TAP, considerando-a “egoísta e irresponsável”.

17-04-2015 Partilhar Recomendar
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